Alguns Alongamentos para serem usados nas aulas
Os alongamentos são exercícios voltados para o aumento da
flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras
musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento.
O
principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a
maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação.
Quanto
mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação
comandada por aquele músculo e, portanto, maior a sua flexibilidade.
Os
alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da
musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido
conjuntivo que revestem os músculos.
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terça-feira, 15 de maio de 2012
Alongamentos
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O futebol nas aulas de educação física
Esporte vive um cenário de avanço metodológico, mas de estagnação nos procedimentos
O avanço nas propostas metodológicas para o ensino do futebol nesse inicio de século foi significativo, considerando o número de trabalhos apresentados em revistas cientificas, periódicos e livros publicados. O problema é que ainda existe uma distância exorbitante entre o que se propõe e o que realmente se realiza na prática. As discussões tem se concentrado no como ensinar. Entretanto, existem outros elementos que compõem a prática educativa e que necessitam ser provocadas.
As discussões sobre o ensino do futebol, tanto nas aulas de educação e escolas de esporte, tem se concentrado na tentativa de se alcançar uma abordagem ideal ou suficiente. O problema em buscar por uma proposta, a qual em suas fronteiras seja suficiente (eficaz e eficiente), é que não existe uma única forma de aprender.
De inicio dizemos que nenhuma proposta metodológica ou método é suficiente. Por isso, temos defendido que ao invés de ficarmos limitados as fronteiras de um método ideal, devemos ser capazes de questionar os propósitos, as circunstâncias e a maneira que devemos utilizar os referenciais metodológicos. Contudo, a lógica didática deverá estar subordinada a lógica do jogo, assim como, aos objetivos pedagógicos propostos. Mas este tema será abordado em um próximo momento, para não correr o risco de ser insuficiente na exposição do que defendermos, e conseqüentemente, dar margem a interpretações indevidas.
O leitor não irá encontrar uma proposta metodológica para ensinar futebol. Nosso propósito é levantar algumas questões para ser objeto de reflexão, das quais em conformidade com a prática educativa de cada professor, possam ser referenciais no tratamento pedagógico dado ao conteúdo futebol nas aulas de educação física.
Desse modo, suspendemos momentaneamente a questão ‘como ensinar futebol’, para trazer a luz da reflexão: nossos alunos estão realmente aprendendo? O futebol é conteúdo?
Certamente, para aqueles que acreditam que futebol se ensina (e isso já é um avanço significativo), existem inúmeras justificativas um tanto convincentes. Mas será mesmo que nossos alunos estão aprendendo futebol nas aulas de educação física? Levantamos essa indagação sobre alguns argumentos nos quais há certo tempo tem suscitado algumas inquietações.
O primeiro aspecto de nossa argumentação esta relacionado ao tempo de aula. A aula de educação física, em escolas públicas ou particulares, tem uma carga horária que vária entre uma a três aulas semanais (de acordo com o estabelecimento de ensino) e com um tempo de aula entre 45 e 50 minutos, com turmas heterogêneas e volumosas. Seria cabível sustentar que conseguiríamos de forma significativa melhorar as habilidades especificas de nossos alunos para jogarem futebol? Temos dúvidas!
O segundo aspecto de nossa argumentação esta relacionado à sistematização do conteúdo futebol nas aulas de educação física. Existe uma confusão em relação às escolas de esportes e aulas de educação física.
Nas escolas de esportes o tempo de aula é bem maior, o aluno escolheu a modalidade que o agrada e o grupo de alunos se aproxima mais de uma homogeneidade (seja por gênero, idade ou nível de habilidade) e na maioria das vezes estão orientadas para um processo de formação esportiva. Nas aulas de educação física acontecesse justamente o oposto, e ainda, não podemos limitar as aulas de educação física a reprodução do esporte na escola para atender apenas aos objetivos de uma formação esportiva unilateral.
Então, como abordar o futebol nas aulas de educação física? Para essa questão ser respondida o professor tem que ter claro a função e o objetivo da disciplina de educação física a qual defende na escola, tendo o futebol como um dos seus conteúdos.
A educação física na escola que defendemos intervém mais no sentido de desenvolver conhecimentos do que transmitir verdades, advindos das relações entre as pessoas e seu mundo e do mundo com as pessoas. É a disciplina que na escola se responsabiliza pela sistematização de um conteúdo especifico, tematizando saberes relacionados às nossas práticas corporais, tendo como resultado a produção de um conhecimento original (irredutível) e complementar (produto da relação com o mundo) e o favorecimento da apropriação dos patrimônios culturais produzidos pela humanidade. (FREIRE; SCAGLIA, 2003).
O objetivo da disciplina de educação física que defendemos na escola é conhecer o que já foi produzido de conhecimento pelo homem relacionado às suas práticas corporais, contextualizar para compreender o contexto no qual o conhecimento foi produzido e facilitar um ambiente onde os alunos possam re-significar o conhecimento apropriando deles à medida que forem incorporando em suas vidas. Permitindo-os ampliar os conhecimentos relativos às nossas práticas corporais sistematizadas, possibilitando que apropriem criticamente e ao mesmo tempo sejam capazes de resolver problemas de corpo inteiro. (FREIRE; SCAGLIA, 2003).
De modo semelhante, Darido et al. (2006, p. 14) entende que a educação física escolar é uma disciplina que “introduz é integra o aluno na cultura corporal, formando o cidadão que vai produzi-la, reproduzi-la e transformá-la, instrumentalizando-o para usufruir dos jogos, dos esportes, das danças, das lutas e das ginásticas em beneficio do exercício crítico da cidadania e da melhoria da qualidade de vida”.
Portanto, com nos diz Darido e Souza Jr. (2007) “é preciso ir além do costumeiro jogar”. E ainda, não podemos reduzir as aulas de educação física a um único conteúdo – futebol. Mas também, não queremos dizer que o futebol não mereça receber um tratamento especial, considerando sua importância sócio-cultural.
O futebol nas aulas de educação física não poderá se limitar a reproduzir movimentos (seqüências pedagógicas) ou vivenciar uma infinidade de ‘joguinhos’ desprovidos de um contexto e de um ambiente facilitador capaz de provar nos alunos a apropriação do conhecimento à medida que são capazes de re-significar deixando seu próprio contributo.
Com relação ao desenvolvimento do conteúdo futebol nas aulas de educação física, existem basicamente três situações muito particulares:
a) rola a bola e deixa o jogo acontecer, até por que brasileiros são considerados “nascidos para jogar futebol”;
b) sistematização do conteúdo determinado pela categorização de fundamentos/habilidades e distribuídos de acordo com o desenvolvimento do aluno, desconsiderando as experiências/vivências que os alunos tiveram;
c) não existe uma progressão do conteúdo abordado, levando os alunos da 3ª série do ensino médio a terem as mesmas aulas que tiveram na 5ª série (chute, passe, drible...).
Entendemos que nas aulas de educação física não basta deixar jogar. Até por que se fossemos considerar apenas deixar jogar, os alunos aprendem muito mais fora das nossas aulas, frente o tempo disponível e as diversas possibilidades de experiências de corpo inteiro que têm ao brincarem nas ruas, subir em muros, escalar árvores. E também, temos de reconhecer que muito dos nossos alunos já chegam à escola sabendo jogar futebol.
A sistematização do conteúdo feito apenas pela categorização de fundamentos/habilidades e distribuída de acordo com a fase de desenvolvimento do aluno é adequada (ainda assim tenho minhas dúvidas) para as escolas de esportes. Mas se considerarmos apenas esses fatores em nossas aulas de educação física teremos problemas. Principalmente pelo fato de abarcar apenas as habilidades/capacidades, atendendo apenas uma das dimensões do conhecimento.
Na educação física, a sistematização do conteúdo futebol deverá abarcar o conhecimento de corpo inteiro (intelectual, sensorial, motor, social, afetivo, ético, estético, espiritual). Para isso, no tratamento pedagógico, o professor deverá fazer algumas perguntas na elaboração do seu plano de ensino/curso, sustentadas sobre a função e objetivos da disciplina: quais as necessidades dos meus alunos? Por que esse conteúdo é importante para esse grupo? Como aplicá-lo? Como esse conteúdo se relaciona com os demais conteúdos da disciplina?
É importante ficar claro que não se trata de uma teorização das práticas corporais, nesse caso o futebol. Mas aproximar o fazer (procedimental) do conhecer (conceitual). Ou seja, aproximar o que se deve conhecer do que de dever saber fazer.
O conteúdo na dimensão conceitual responde a questão: o que se deve saber? Por exemplo, no futebol, conhecer sua história, as regras, principais fundamentos/habilidades e capacidades, temas emergentes (preconceito, gênero, trabalho, violência...), as mudanças que o futebol sofreu no Brasil e no Mundo etc.
O conteúdo na dimensão procedimental responde a questão: o que se deve saber fazer? Ou seja, além de conhecer e contextualizar temas como ‘mulher jogando futebol’, criar condições em que os alunos possam vivenciá-lo, por exemplo, jogar futebol de casal, vivenciar as principais habilidades requeridas para os jogos com bola nos pés.
O futebol abordado como conteúdo das aulas de educação física é provido de uma bagagem de temas, principalmente nas escolas brasileiras, que não o permite ser tratado de forma unilateral. Mas de forma multidimensional, atendendo aos propósitos de uma educação para o sujeito aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser. Nessa perspectiva, o futebol, sendo conteúdo, se torna ferramenta para nossos alunos aprenderem a aprender.
A partir da exposição de como entendemos o futebol nas aulas de educação física e dos problemas que o cercam, deixamos algumas questões que foram levantadas e não respondidas propositadamente, a fim de instigar o leitor a buscar pelas suas próprias proposições, por exemplo: como abordar o conteúdo futebol nas aulas de educação? Como ensinar futebol?
Em nossa próxima comunicação iremos explanar o referencial metodológico que defendemos para o ensino do futebol nas aulas de educação física e então apresentar alguns procedimentos, por meio da análise pedagógica de aulas desenvolvidas em diferentes turmas. Entretanto, nossa intenção não é convencer o leitor a reproduzir o que temos defendido para o ensino do futebol nas aulas de educação física. Mas trazer argumentos, sustentados na prática pedagógica que sejam suficientes para apoiar aos professores no tratamento pedagógico dado ao futebol enquanto conteúdo nas aulas de educação física.
Bibliografia
DARIDO, S. C. Os Conteúdos da Educação Física na Escola. In: DARIDO, S. C.; RANGEL, I. C. A. Educação Física na Escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
DARIDO, S. C. et al. Educação Física e Temas Transversais: possibilidades de aplicação. São Paulo: Editora Mackenzie, 2006.
DARIDO, S. C.; SOUZA JR., O. M. Para Ensinar Educação Física. Campinas: Editora Papirus, 2007.
FREIRE, J. B.; SCAGLIA, A. J. Educação Como Prática Corporal. São Paulo: Editora Scipione, 2003.
* Especialista em Pedagogia do Esporte Escolar
Universidade Adventista de São Paulo – UNASP Campus Hortolândia/IASP
Faculdade Adventista de Educação Física – FAEF
Contato: riller.reverdito@unasp.edu.br
Texto retirado do site universidadedofutebol.com.br
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
DÚVIDAS DE ALGUMAS REGRAS E SITUAÇÕES DECORRENTES DURANTE O JOGO DE FUTSAL
1. REPOSIÇÃO DE BOLA APÓS A MESMA TER SAÍDO PELA LINHA DE FUNDO, SOMENTE PODE SER FEITO COM AS MÃOS (TIRO DE META)
> ATÉ SUB-13 - MIRIM (INCLUSIVE), A BOLA NÃO PODE ULTRAPASSAR O MEIO DA QUADRA SEM ANTES TOCAR NO CHÃO OU ALGUM JOGADOR;
> APÓS SUB-15 (INCLUSIVE) A BOLA PODE PASSAR O MEIO SEM TOCAR A QUADRA.
2. QUANDO A BOLA PODE SER CHUTADA PELO GOLEIRO?
> ASSIM QUE ELE RECEBÊ-LA DO ADVERSÁRIO NUMA DEFESA REALIZADA. ELE PODE CHUTÁ-LA DESDE QUE TOQUE A BOLA NO CHÃO FORA DA ÁREA .
ESTE PROCEDIMENTO SEGUE AS SITUAÇÕES CITADAS ANTERIORMENTE, DE ACORDO COM A CATEGORIA (SUB-13 E SUB-15)
3. O GOLEIRO PODE TOCAR A BOLA COM SEUS COMPANHEIROS QUANTAS VEZES ANTES DELA PASSAR O MEIO DA QUADRA?
> UMA ÚNICA VEZ, A REPOSIÇÃO DE BOLA NO TIRO DE META JÁ É CONTADA COMO UMA, ASSIM COMO A COBRANÇA DE LATERAL E DEFESA DO CHUTE DO ADVERSÁRIO;
4. QUANDO O GOLEIRO PODE TROCAR PASSES COM SEUS COMPANHEIROS?
> QUANDO A BOLA PASSAR A LINHA DO MEIO DA QUADRA OU TOCAR NO ADVERSÁRIO (EM QUALQUER CATEGORIA , DESDE A INICIAÇÃO ATÉ O PRINCIPAL OU MASTER)
5. O QUE ACONTECE QUANDO NÃO SÃO SEGUIDOS ESTES PROCEDIMENTOS?
> INFRAÇÃO QUE DEVE SER COBRADA EM DOIS (2) LANCES NA DIREÇÃO ONDE ESTIVER O GOLEIRO NA ÁREA OU SEU COMPANHEIRO CASO RECUE A BOLA
6. TODA FALTA É DIRETA NO FUTSAL?
> NÃO. AS FALTAS TÉCNICAS COMO SEGUNDO RECUO DE BOLA PARA O GOLEIRO, PÉ ALTO, SOLADA, BOLA QUE PASSA O MEIO DA QUADRA NAS SITUAÇÕES DEMONSTRADAS, SÃO COBRADAS EM DOIS(2) LANCES.
7. VALE GOL DIRETO NA COBRANÇA DE LATERAL ?
> NÃO, A BOLA DEVE TOCAR EM ALGUÉM ANTES DE ENTRAR, VALENDO INCLUSIVE O TOQUE DO GOLEIRO.
8. VALE GOL DE ESCANTEIO?
> SIM, POIS É UM TIRO LIVRE DIRETO
9. E GOL CONTRA DE ESCANTEIO, É VÁLIDO?
> NÃO, ISTO ACONTECENDO DEVERÁ SER INDICADO ESCANTEIO PARA O ADVERSÁRIO.
10. VALE GOL DO CHUTE INICIAL DO MEIO?
> ATÉ A CATEGORIA SUB-9 (EX-FRALDINHA), NÃO É PERMITIDO NEM O CHUTE, APÓS ESTA CATEGORIA O GOL JÁ É VÁLIDO.
11. PARA OCORRER O CHUTE LIVRE DIRETO SEM BARREIRA O QUE DEVE ACONTECER?
> DEVE ACONTECER SEIS (6) FALTAS(INCLUSIVE) PARA ACONTECER A COBRANÇA DOS 10 METROS .
12. QUANTO TEMPO O GOLEIRO PODE FICAR COM A BOLA?
> 4 SEGUNDOS ATÉ O MEIO DA QUADRA, APÓS ULTRAPASSAR O MEIO A POSSE DE BOLA NÃO É DE TEMPO LIMITADO, INCLUSIVE PODENDO TROCAR PASSES COM SEUS COMPANHEIROS
13. QUANTO TEMPO TENHO PARA COBRAR UMA FALTA, LATERAL OU ESCANTEIO?
> 4 SEGUNDOS
Resumo de algumas regras do futsal
Retiradas do Livro Nacional de Regras
Retiradas do Livro Nacional de Regras
REGRAS NO JOGO:
O atleta quando expulso da partida não deverá ficar no banco de reservas e nem retornar a mesma. O seu time ficará 2 minutos com 4 jogadores ou até que sofra um gol; então assim será permitido entrar um outro jogador para recompor a sua equipe.
A bola estará fora de jogo quando sair completamente quer pelo solo ou pelo alto das linhas laterais ou de fundo.
Quando o atleta da mesma equipe ao cobrar uma falta atrasa a bola para o goleiro e ela entra diretamente no gol, o tento não será válido e deverá ser marcado um arremesso de canto a favor da equipe adversária.
Na hora do pênalti o goleiro deverá ficar sobre a linha do gol, podendo movimentar-se exclusivamente sobre ela.
No lateral ou no escanteio se um atleta arremessar a bola contra a sua própria meta e a bola penetrar na mesma, tocando ou não no goleiro, o tento não será válido.
No lateral se um atleta arremessar a bola contra a meta adversária e a bola penetrar na mesma antes tocando em algum jogador, inclusive o goleiro, o tento será válido.
No escanteio se um atleta arremessar a bola contra a meta adversária e a bola penetrar na mesma, tocando ou não no goleiro o tento será válido.
No arremesso lateral é suficiente que a bola esteja apoiada no solo colocada sobre ou junto a linha demarcatória da lateral, do lado de fora da quadra de jogo, podendo mover-se levemente.
Se o goleiro demora mais que 4 segundos para executar o arremesso de meta , um tiro livre indireto (dois lances), será concedido em favor da equipe adversária, colocando-se a bola sobre a linha da área de meta e no ponto mais próximo onde ocorreu a infração.
DURAÇÃO DA PARTIDA:
Iniciação I:
(Chupetinha) Crianças com 6 anos, ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 8 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 8 minutos será dividido em 2 períodos de 4 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
(Chupetinha) Crianças com 6 anos, ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 8 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 8 minutos será dividido em 2 períodos de 4 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
Iniciação II:
(Mamadeira) Crianças com 7 anos, ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
(Mamadeira) Crianças com 7 anos, ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
Fraldinha:
Crianças com 8 e 9 anos ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
Crianças com 8 e 9 anos ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
Pré Mirim:
Crianças com 10 e 11 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
Crianças com 10 e 11 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 10 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 10 minutos será dividido em 2 períodos de 5 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
Mirim:
Crianças com 12 e 13 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 12 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 12 minutos será dividido em 2 períodos de 6 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
Crianças com 12 e 13 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 12 minutos. Sendo que só o primeiro tempo de 12 minutos será dividido em 2 períodos de 6 minutos e haverá troca obrigatória dos 5 jogadores iniciantes da partida.
- Infantil:
Atletas com 14 e 15 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 15 minutos.
Atletas com 14 e 15 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 15 minutos.
Infanto:
Atletas com 16 e 17 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 15 minuto.
Atletas com 16 e 17 anos , ou que completarão no ano da competição.
Dois tempos de 15 minuto.
sábado, 19 de junho de 2010
Plano de aula - Futsal
Plano De Aula
(Futsal - “Tradicional”).
Apresentamos este plano, visando uma aula de Educação Física para alunos do Ensino Médio; duração aproximada 15 min.
Objetivo Geral:
1) Aprimorar, através do aquecimento e alongamento, a capacidade física dos alunos, bem como suas habilidades motoras junto ao fundamento de passe do futsal (partes inicial e principal da aula, aspecto psicomotor);
Objetivo específico:
2) Ensinar, através de treinos, os diversos tipos de passes do futsal, visando aprimorar a técnica dos alunos (aspectos cognitivo e psicomotor); parte principal da aula.
Parte Inicial
(Alongamento e aquecimento).
Após um breve alongamento, solicitaremos, através do número de chamada dos alunos, que dêem ao menos 03 voltas ao redor da quadra (3 min).
Parte Principal
(Exercícios).
Após separarmos os alunos em quartetos, pediremos que os mesmos se disponham no sentido transversal à quadra para que troquem passes, sempre em deslocamento e utilizando os dois pés (bilateralidade).
A) Passes com a parte interna dos pés;
B) Passes com a parte externa dos pés;
C) Passes com o dorso (peito) dos pés;
D) Brincadeira de bobinho com 1 toque na bola, utilizando os respectivos passes;
E) Passes com a sola dos pés (região plantar);
F) Passes de bico (com a ponta dos dedos);
G) Passes a meia altura;
H) Brincadeira de bobinho com 1 toque na bola, utilizando os respectivos passes.
Parte Final
(Estafeta e volta à calma).
Neste seguimento, iremos dispor os alunos em duplas, separadas em duas (2) colunas no final quadra. As duplas deverão percorrer a quadra (sentido longitudinal) trocando passes entre cones e voltar. Ao finalizar, deverão entregar a bola à dupla seguinte. Vencerá a coluna de participantes que primeiro finalizar a atividade.
(Futsal - “Tradicional”).
Apresentamos este plano, visando uma aula de Educação Física para alunos do Ensino Médio; duração aproximada 15 min.
Objetivo Geral:
1) Aprimorar, através do aquecimento e alongamento, a capacidade física dos alunos, bem como suas habilidades motoras junto ao fundamento de passe do futsal (partes inicial e principal da aula, aspecto psicomotor);
Objetivo específico:
2) Ensinar, através de treinos, os diversos tipos de passes do futsal, visando aprimorar a técnica dos alunos (aspectos cognitivo e psicomotor); parte principal da aula.
Parte Inicial
(Alongamento e aquecimento).
Após um breve alongamento, solicitaremos, através do número de chamada dos alunos, que dêem ao menos 03 voltas ao redor da quadra (3 min).
Parte Principal
(Exercícios).
Após separarmos os alunos em quartetos, pediremos que os mesmos se disponham no sentido transversal à quadra para que troquem passes, sempre em deslocamento e utilizando os dois pés (bilateralidade).
A) Passes com a parte interna dos pés;
B) Passes com a parte externa dos pés;
C) Passes com o dorso (peito) dos pés;
D) Brincadeira de bobinho com 1 toque na bola, utilizando os respectivos passes;
E) Passes com a sola dos pés (região plantar);
F) Passes de bico (com a ponta dos dedos);
G) Passes a meia altura;
H) Brincadeira de bobinho com 1 toque na bola, utilizando os respectivos passes.
Parte Final
(Estafeta e volta à calma).
Neste seguimento, iremos dispor os alunos em duplas, separadas em duas (2) colunas no final quadra. As duplas deverão percorrer a quadra (sentido longitudinal) trocando passes entre cones e voltar. Ao finalizar, deverão entregar a bola à dupla seguinte. Vencerá a coluna de participantes que primeiro finalizar a atividade.
sábado, 5 de junho de 2010
Plano de aula - Futsal
Plano De Aula
(Futsal - “Inovadoras”).
Apresentamos este plano, visando uma aula de Educação Física para alunos do Ensino Médio; duração aproximada 15 min.
Objetivo Geral:
1) Produzir rico acervo de possibilidades motoras, cognitivas e afetivo-sociais, com vistas à humanização dos gestos, possibilitando a criação individual da técnica de cada participante, explorando movimentos e a tomada de decisões através da resolução de problemas (parte principal);
Objetivo específico:
2) Proporcionar e estimular a participação de todos os alunos (mais e menos habilidosos), com vistas à inclusão e autonomia de cada um, junto aos movimentos sugeridos dentro do fundamento de passe do futsal (partes principal e final).
Parte Inicial
(Alongamento e aquecimento)
Após um breve alongamento, iremos separar os alunos em quartetos, aonde irão dispor do livre contato com a bola, realizando o fundamento do passe (3 min);
Parte Principal
(Jogo)
Após separarmos os alunos em 2 times, daremos inicio a um jogo contra, onde trocarão passes na posição de quatro apoios invertido. Visando alcançar o gol, cada participante poderá dar no máximo dois toques na bola até passar a mesma para o colega. As traves estarão bloqueadas com obstáculos para estimular a variação dos passes (10min).
Parte Final
(Estafeta e volta à calma).
Neste seguimento, iremos dispor os alunos em duplas, separadas em duas (2) colunas no final quadra. As duplas deverão percorrer a quadra no sentido longitudinal (tabelando) trocando passes, entre cones, em deslocamento. Finalizando, deverão entregar a bola à próxima dupla. Vencerá a coluna de participantes que primeiro finalizar a atividade (02 min).
(Futsal - “Inovadoras”).
Apresentamos este plano, visando uma aula de Educação Física para alunos do Ensino Médio; duração aproximada 15 min.
Objetivo Geral:
1) Produzir rico acervo de possibilidades motoras, cognitivas e afetivo-sociais, com vistas à humanização dos gestos, possibilitando a criação individual da técnica de cada participante, explorando movimentos e a tomada de decisões através da resolução de problemas (parte principal);
Objetivo específico:
2) Proporcionar e estimular a participação de todos os alunos (mais e menos habilidosos), com vistas à inclusão e autonomia de cada um, junto aos movimentos sugeridos dentro do fundamento de passe do futsal (partes principal e final).
Parte Inicial
(Alongamento e aquecimento)
Após um breve alongamento, iremos separar os alunos em quartetos, aonde irão dispor do livre contato com a bola, realizando o fundamento do passe (3 min);
Parte Principal
(Jogo)
Após separarmos os alunos em 2 times, daremos inicio a um jogo contra, onde trocarão passes na posição de quatro apoios invertido. Visando alcançar o gol, cada participante poderá dar no máximo dois toques na bola até passar a mesma para o colega. As traves estarão bloqueadas com obstáculos para estimular a variação dos passes (10min).
Parte Final
(Estafeta e volta à calma).
Neste seguimento, iremos dispor os alunos em duplas, separadas em duas (2) colunas no final quadra. As duplas deverão percorrer a quadra no sentido longitudinal (tabelando) trocando passes, entre cones, em deslocamento. Finalizando, deverão entregar a bola à próxima dupla. Vencerá a coluna de participantes que primeiro finalizar a atividade (02 min).
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Futebol de Campo
Introdução
O futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Praticado em centenas de países, este esporte desperta tanto interesse em função de sua forma de disputa atraente.
Origem do futebol
Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos.
O futebol tornou-se tão popular graças a seu jeito simples de jogar. Basta uma bola, equipes de jogadores e as traves, para que, em qualquer espaço, crianças e adultos possam se divertir com o futebol. Na rua, na escola, no clube, no campinho do bairro ou até mesmo no quintal de casa, desde cedo jovens de vários cantos do mundo começam a praticar o futebol.
O inglês Charles Miller : pai do futebol no Brasil
Origens do futebol na China Antiga
Na China Antiga, por volta de 3000 a.C, os militares chineses praticavam um jogo que na verdade era um treino militar. Após as guerras, formavam equipes para chutar a cabeça dos soldados inimigos. Com o tempo, as cabeças dos inimigos foram sendo substituídas por bolas de couro revestidas com cabelo. Formavam-se duas equipes com oito jogadores e o objetivo era passar a bola de pé em pé sem deixar cair no chão, levando-a para dentro de duas estacas fincadas no campo. Estas estacas eram ligadas por um fio de cera.
Origens do futebol no Japão Antigo
No Japão Antigo, foi criado um esporte muito parecido com o futebol atual, porém se chamava Kemari. Praticado por integrantes da corte do imperador japonês, o kemari acontecia num campo de aproximadamente 200 metros quadrados. A bola era feita de fibras de bambu e entre as regras, o contato físico era proibido entre os 16 jogadores (8 para cada equipe). Historiadores do futebol encontraram relatos que confirmam o acontecimento de jogos entre equipes chinesas e japonesas na antiguidade.
Origens do futebol na Grécia e Roma
Os gregos criaram um jogo por volta do século I a.C que se chamava Episkiros. Neste jogo, soldados gregos dividiam-se em duas equipes de nove jogadores cada e jogavam num terreno de formato retangular. Na cidade grega de Esparta, os jogadores, também militares, usavam uma bola feita de bexiga de boi cheia de areia ou terra. O campo onde se realizavam as partidas, em Esparta, eram bem grandes, pois as equipes eram formadas por quinze jogadores.Quando os romanos dominaram a Grécia, entraram em contato com a cultura grega e acabaram assimilando o Episkiros, porém o jogo tomou uma conotação muito mais violenta.
O futebol na Idade Média
Há relatos de um esporte muito parecido com o futebol, embora usava-se muito a violência. O Soule ou Harpastum era praticado na Idade Média por militares que dividiam-se em duas equipes : atacantes e defensores. Era permitido usar socos, pontapés, rasteiras e outros golpes violentos. Há relatos que mostram a morte de alguns jogadores durante a partida. Cada equipe era formada por 27 jogadores, onde grupos tinham funções diferentes no time: corredores, dianteiros, sacadores e guarda-redes.
Na Itália Medieval apareceu um jogo denominado gioco del calcio. Era praticado em praças e os 27 jogadores de cada equipe deveriam levar a bola até os dois postes que ficavam nos dois cantos extremos da praça. A violência era muito comum, pois os participantes levavam para campo seus problemas causados, principalmente por questões sociais típicas da época medieval.
O barulho, a desorganização e a violência eram tão grandes que o rei Eduardo II teve que decretar uma lei proibindo a prática do jogo, condenando a prisão os praticantes. Porém, o jogo não terminou, pois integrantes da nobreza criaram um nova versão dele com regras que não permitiam a violência. Nesta nova versão, cerca de doze juízes deveriam fazer cumprir as regras do jogo.
O futebol chega à Inglaterra
Pesquisadores concluíram que o gioco de calcio saiu da Itália e chegou a Inglaterra por volta do século XVII. Na Inglaterra, o jogo ganhou regras diferentes e foi organizado e sistematizado. O campo deveria medir 120 por 180 metros e nas duas pontas seriam instalados dois arcos retangulares chamados de gol. A bola era de couro e enchida com ar. Com regras claras e objetivas, o futebol começou a ser praticado por estudantes e filhos da nobreza inglesa. Aos poucos foi se popularizando. No ano de 1848, numa conferência em Cambridge, estabeleceu-se um único código de regras para o futebol. No ano de 1871 foi criada a figura do guarda-redes (goleiro) que seria o único que poderia colocar as mãos na bola e deveria ficar próximo ao gol para evitar a entrada da bola. Em 1875, foi estabelecida a regra do tempo de 90 minutos e em 1891 foi estabelecido o pênalti, para punir a falta dentro da área. Somente em 1907 foi estabelecida a regra do impedimento.
O profissionalismo no futebol foi iniciado somente em 1885 e no ano seguinte seria criada, na Inglaterra, a International Board, entidade cujo objetivo principal era estabelecer e mudar as regras do futebol quando necessário.
No ano de 1897, uma equipe de futebol inglesa chamada Corinthians fez uma excursão fora da Europa, contribuindo para difundir o futebol em diversas partes do mundo.
Em 1888, foi fundada a Football League com o objetivo de organizar torneios e campeonatos internacionais.
No ano de 1904, foi criada a FIFA ( Federação Internacional de Futebol Association ) que organiza até hoje o futebol em todo mundo. É a FIFA que organiza os grandes campeonatos de seleções ( Copa do Mundo ) de quatro em quatro anos. Em 2006, aconteceu a Copa do Mundo da Alemanha, que teve a Itália como campeã e a França como vice.A FIFA também organiza campeonatos de clubes como, por exemplo, a Copa Libertadores da América, Copa da UEFA, Liga dos Campeões da Europa, Copa Sul-Americana, entre outros.
Bola de futebol : final do século XIX
História do Futebol no Brasil
Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil.
O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 15 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY.
O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888.
No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol.
Em 1950, a Copa do Mundo foi realizada no Brasil, sendo que a seleção brasileira perdeu o título, em pleno Maracanã, para a seleção Uruguaia (Uruguai 2 x Brasil 1). Em 2014, a Copa do Mundo de Futebol será realizada novamente no Brasil.
Você sabia?
- Comemora-se em 19 de julho o Dia do Futebol.
O futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Praticado em centenas de países, este esporte desperta tanto interesse em função de sua forma de disputa atraente.
Origem do futebol
Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos.
O futebol tornou-se tão popular graças a seu jeito simples de jogar. Basta uma bola, equipes de jogadores e as traves, para que, em qualquer espaço, crianças e adultos possam se divertir com o futebol. Na rua, na escola, no clube, no campinho do bairro ou até mesmo no quintal de casa, desde cedo jovens de vários cantos do mundo começam a praticar o futebol.
O inglês Charles Miller : pai do futebol no Brasil
Origens do futebol na China Antiga
Na China Antiga, por volta de 3000 a.C, os militares chineses praticavam um jogo que na verdade era um treino militar. Após as guerras, formavam equipes para chutar a cabeça dos soldados inimigos. Com o tempo, as cabeças dos inimigos foram sendo substituídas por bolas de couro revestidas com cabelo. Formavam-se duas equipes com oito jogadores e o objetivo era passar a bola de pé em pé sem deixar cair no chão, levando-a para dentro de duas estacas fincadas no campo. Estas estacas eram ligadas por um fio de cera.
Origens do futebol no Japão Antigo
No Japão Antigo, foi criado um esporte muito parecido com o futebol atual, porém se chamava Kemari. Praticado por integrantes da corte do imperador japonês, o kemari acontecia num campo de aproximadamente 200 metros quadrados. A bola era feita de fibras de bambu e entre as regras, o contato físico era proibido entre os 16 jogadores (8 para cada equipe). Historiadores do futebol encontraram relatos que confirmam o acontecimento de jogos entre equipes chinesas e japonesas na antiguidade.
Origens do futebol na Grécia e Roma
Os gregos criaram um jogo por volta do século I a.C que se chamava Episkiros. Neste jogo, soldados gregos dividiam-se em duas equipes de nove jogadores cada e jogavam num terreno de formato retangular. Na cidade grega de Esparta, os jogadores, também militares, usavam uma bola feita de bexiga de boi cheia de areia ou terra. O campo onde se realizavam as partidas, em Esparta, eram bem grandes, pois as equipes eram formadas por quinze jogadores.Quando os romanos dominaram a Grécia, entraram em contato com a cultura grega e acabaram assimilando o Episkiros, porém o jogo tomou uma conotação muito mais violenta.
O futebol na Idade Média
Há relatos de um esporte muito parecido com o futebol, embora usava-se muito a violência. O Soule ou Harpastum era praticado na Idade Média por militares que dividiam-se em duas equipes : atacantes e defensores. Era permitido usar socos, pontapés, rasteiras e outros golpes violentos. Há relatos que mostram a morte de alguns jogadores durante a partida. Cada equipe era formada por 27 jogadores, onde grupos tinham funções diferentes no time: corredores, dianteiros, sacadores e guarda-redes.
Na Itália Medieval apareceu um jogo denominado gioco del calcio. Era praticado em praças e os 27 jogadores de cada equipe deveriam levar a bola até os dois postes que ficavam nos dois cantos extremos da praça. A violência era muito comum, pois os participantes levavam para campo seus problemas causados, principalmente por questões sociais típicas da época medieval.
O barulho, a desorganização e a violência eram tão grandes que o rei Eduardo II teve que decretar uma lei proibindo a prática do jogo, condenando a prisão os praticantes. Porém, o jogo não terminou, pois integrantes da nobreza criaram um nova versão dele com regras que não permitiam a violência. Nesta nova versão, cerca de doze juízes deveriam fazer cumprir as regras do jogo.
O futebol chega à Inglaterra
Pesquisadores concluíram que o gioco de calcio saiu da Itália e chegou a Inglaterra por volta do século XVII. Na Inglaterra, o jogo ganhou regras diferentes e foi organizado e sistematizado. O campo deveria medir 120 por 180 metros e nas duas pontas seriam instalados dois arcos retangulares chamados de gol. A bola era de couro e enchida com ar. Com regras claras e objetivas, o futebol começou a ser praticado por estudantes e filhos da nobreza inglesa. Aos poucos foi se popularizando. No ano de 1848, numa conferência em Cambridge, estabeleceu-se um único código de regras para o futebol. No ano de 1871 foi criada a figura do guarda-redes (goleiro) que seria o único que poderia colocar as mãos na bola e deveria ficar próximo ao gol para evitar a entrada da bola. Em 1875, foi estabelecida a regra do tempo de 90 minutos e em 1891 foi estabelecido o pênalti, para punir a falta dentro da área. Somente em 1907 foi estabelecida a regra do impedimento.
O profissionalismo no futebol foi iniciado somente em 1885 e no ano seguinte seria criada, na Inglaterra, a International Board, entidade cujo objetivo principal era estabelecer e mudar as regras do futebol quando necessário.
No ano de 1897, uma equipe de futebol inglesa chamada Corinthians fez uma excursão fora da Europa, contribuindo para difundir o futebol em diversas partes do mundo.
Em 1888, foi fundada a Football League com o objetivo de organizar torneios e campeonatos internacionais.
No ano de 1904, foi criada a FIFA ( Federação Internacional de Futebol Association ) que organiza até hoje o futebol em todo mundo. É a FIFA que organiza os grandes campeonatos de seleções ( Copa do Mundo ) de quatro em quatro anos. Em 2006, aconteceu a Copa do Mundo da Alemanha, que teve a Itália como campeã e a França como vice.A FIFA também organiza campeonatos de clubes como, por exemplo, a Copa Libertadores da América, Copa da UEFA, Liga dos Campeões da Europa, Copa Sul-Americana, entre outros.
Bola de futebol : final do século XIX
História do Futebol no Brasil
Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil.
O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 15 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY.
O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888.
No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol.
Em 1950, a Copa do Mundo foi realizada no Brasil, sendo que a seleção brasileira perdeu o título, em pleno Maracanã, para a seleção Uruguaia (Uruguai 2 x Brasil 1). Em 2014, a Copa do Mundo de Futebol será realizada novamente no Brasil.
Você sabia?
- Comemora-se em 19 de julho o Dia do Futebol.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Fundamentos do futebol
TÉCNICA: Forma biomecânica ideal de se executar um movimento
FUNDAMENTOS ESPORTIVOS: São os gestos técnicos de um determinado esporte que em conjunto, permitem á sua prática.
ENSINO DE APRENDIZAGEM
Grupo Iniciante
1- RECEPÇÃO
2- PASSE
3- CONDUÇÃO
1- Montar as aulas ou treinos da maneira mais simples para a mais complexa
2 - Execução + Repetição + Correção
3 - Bilateralidade
4 - Visão Periférica
5 - Movimento
TRAJETÓRIA DA BOLA: Em relação ao solo
Rasteira Meia - Altura
PARARELA PARABÓLICA
Meia-Altura Alta
RECEPÇÃO - Interceptar a bola, amortecê-la e mantê-la sob o seu domínio (raio de ação).
TRAJETÓRIA EXECUÇÃO
1- RASTEIRA: PÉ Interna
Externa
Dorso
Planta
Ponta
Calcanhar
2- MEIA-ALTURA: PÉ Dorso
Interna
Lateral
COXA Frontal
Interna
ABDÔMEN
3- ALTAS TÓRAX (PEITO)
CABEÇA (FRONTAL)
PROCESSO PEDAGÓGICO DA RECEPÇÃO DE BOLA:
a)Ensinar que se deve relaxar a parte do corpo que fará o contato com a bola
b)Ensinar que se deve manter a bola perto de si, para dar seqüência ao jogo, seja passando, chutando, driblando e conduzindo.
c)Ensinar que se deve adequar o corpo à trajetória da bola, isto é, não é adequado receber com peito uma bola que vem á meia-altura, nem recepcionar com a coxa uma bola que vem alta.
d) Levar a criança a dominar com todas as partes do corpo possíveis.
e) Diversificar os pesos e tamanhos de bolas, de acordo com a possibilidade da criança.
PASSE: Ação e/ou Intenção de enviar a bola para um companheiro.
QUANTO A SUA TRAJETÓRIA:
Rasteiro Meia- Altura
PARALELO PARABÓLICO
Meia-Altura Alto
QUANTO Á POSIÇÃO EM RELAÇÃO ÀS LINHAS LATERAIS:
PARALELO
LATERAL (PERPENDICULAR)
DIAGONAL
QUANTO A DISTÂNCIA:
CURTO ( < 4m )
FUTSAL MÉDIO ( 4 à 10m )
LONGO ( > 10m )
CURTO ( < 10m )
FUTEBOL DE CAMPO: MÉDIO ( 10 à 20m )
LONGO ( > 20m )
QUANTO À EXECUÇÃO OS ELEMENTOS DO PASSE:
PÉ
1- INTERNA
2- DORSO
3- PLANTAR
4- PONTA OU BICO
5- CALCANHAR
6- LATERAL
MÃO
1- GOLEIRO
2- ALA FUTSAL ( LATERAL FUTEBOL DE CAMPO)
CABEÇA
TORÁX
COXA
OMBRO
PROCESSO PEDAGÓGICO DO PASSE:
a) Orientar a criança a olhar para quem ou onde se quer passar.
b) Imprimir a bola uma força adequada.
c) Se o objetivo for ensinar o passe com a parte interna do pé ou o passe parabólico, orientar, quando a atividade for com a bola parada, a direcionar a ponta do pé de apoio para onde se passará. Com a bola em movimento, isto não é possível.
d) Passar para companheiros diferentes.
e)Utilizar diferentes faces do pé e do corpo.
f) Variação das distâncias
g) Passar a bola dando trajetórias distintas
h) Introduzir o conceito que o passe permite que todos participem do jogo
i) Introduzir o conceito de que o passe é mais rápido que a condução de bola
j) Introduzir o conceito de que a equipe que passa bem a bola obterá êxito.
CONDUÇÃO: Ação dê deslocar-se mantendo a posse da bola
PROTEÇÃO: Ação de evitar que o adversário se apodere da bola estando esta sob seu domínio.
OBS: Regra básica – A bola deve estar sempre próxima ao condutor, com o mesmo fazendo a proteção.
QUANTO Á EXECUÇÃO DA CONDUÇÃO DE BOLA:
PÉ
1- DORSO
2- INTERNA
3- PLANTAR
PROCESSO PEDAGÓGICO DA CONDUÇÃO DE BOLA:
a)Ensinar que a bola é mais empurrada do que batida, isto é, toca-se levemente a bola e várias vezes
b) Ensinar que se deve manter a bola próxima ao corpo, a fim que o adversário não a recupere
c) Ensinar que a bola fica a frente de quem a conduz
d)Ensinar que se deve visualizar o espaço a frente, portanto deve-se levantar a cabeça na condução da bola.
e) Utilizar bolas maiores ou mais pesadas ou que não saltem. A bola de futsal é adequada. Introduzir progressivamente outras bolas que exijam mais do aluno.
f) Levar a criança a conduzir a bola com diferentes faces do pé, de diferentes formas e em diferentes trajetórias.
Fundamentos Drible, Finta e Desarme
Conceitos:
Drible: Ação individual exercida com a posse de bola, visando ludibriar um oponente, tentando ultrapassá-lo. FERREIRA, Ricardo Lucena. Futsal e a iniciação. Rio de Janeiro: Sprint, 1996.
Finta: Ação individual exercida estando sem a posse de bola, visando desequilibrar e deslocar o adversário, saindo desta forma, de sua marcação.
Desarme: Ação individual realizada com o objetivo de retirar a bola do adversário ou impedir que haja progressão pelo espaço de jogo.
Pontos a serem observados:
Para um maior sucesso no drible, é muito importante que o driblador mantenha a bola próxima de seu corpo.
Buscar aplicar o drible no momento que o marcador retirar o pé do solo, dessa forma ele não terá tempo de reação.
Quanto mais baixo estiver o centro de gravidade do corpo, maior será o equilíbrio.
A execução da finta busca sair da marcação abrindo espaços para receber a bola com mais liberdade.
Utilizar gestos corporais, tais como: movimentações assimétricas, giros e gingas (fingir que sai por um lado e sai pelo outro).
Buscar o desarme quando estiver equilibrado para realização da ação.
É importante que o marcador mantenha uma postura corporal adequada, isto é, as pernas devem estar um pouco flexionadas, a fim de facilitar a ação.
Fundamento: Finalização/Chute a Gol
É a habilidade que busca fazer com que a bola entre na meta adversária, utilizando qualquer parte do corpo, desde que não infrinja a regra.
Trata-se da habilidade mais decisiva. Não importa se a finalização é feita com um cabeceio, um chute, de peito ou barriga; caso consiga marcar o gol, ela é considerada um fundamento bem sucedido. FREIRE, João Batista. Pedagogia do Futebol. Rio de
Em relação à trajetória:
Rasteiro, meia altura e alto.
Em relação à execução:
Dorso, parte interna e externa, voleio e bico.
Pontos a serem observados: Posição do pé de apoio; Posição do pé que toca a bola; Equilíbrio do corpo, estático e dinâmico; Força que aplica ao movimento; Velocidade de chute;
Atividades Propostas: Finalizações com a bola parada e em movimento. Com a bola vindo de diversas direções.
Chutes de bico, dorso, interno e externo e voleio e com diversas distâncias: curta, média e longa.
Para alunos mais novos e os que apresentam dificuldades nesse fundamento, recomenda-se, iniciar o trabalho com a bola parada.
Cabeceio
O cabeceio é uma importante qualidade técnica, tanto para passar a bola como para defender ou para marcar um gol. A bola hoje utilizada facilita mais o jogo de cabeça do que a algum tempo atrás onde o cabeceio não era uma técnica muito usada. Hoje podemos notar que muitas equipes adotam algumas jogadas com bolas altas utilizando o cabeceio.
Quanto à execução:
Parado, em movimento ou correndo, ou da mesma forma que pode ser dirigido para várias direções: pra frente (testa); para os lados, para cima (vale lembrar que o choque da bola com esta região da cabeça é bastante dolorido) e pra baixo.
Testa: Na parte frontal da cabeça onde o impacto é mais potente, com maior precisão.
Olhos: Devem ser mantidos abertos, inclusive para perceber como vem à bola e para onde vai enviá-la.
Boca: Permanece fechada.
Quanto à melhora na execução:
A fim de aumentar mais a potência da cabeçada, o tronco deve ser arqueado para trás e levado para frente num movimento rápido e vigoroso, mantendo a musculatura do pescoço contraída, mas com possibilidade para o movimento.
O cabeceio pode ser ofensivo, quando utilizado para servir um companheiro em condições de finalizar ou para direcionar a bola em direção ao gol; O cabeceio defensivo, quando utilizado para interromper uma jogada do adversário.
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