quarta-feira, 24 de março de 2010

Curiosidades Curiosissimas

Uma coisa Interessante que eu achei.

Ficam aprovados o símbolo, a cor e o anel de grau da Profissão de Educação Física, como segue:
- SÍMBOLO: Discóbolo - por estar baseado nos movimentos do corpo humano em ação. O Discóbolo de Myron é a mais célebre das estátuas atléticas. Segundo pesquisa: "...o corpo revela um cuidadoso estudo de todos os movimentos musculares, tendões e ossos que fazem parte da ação; as pernas, os braços e o tronco inclinam-se para imprimir maior impulso ao golpe; o rosto não parece contorcido pelo esforço, mas calmo e confiante na vitória".

- Pedra de cor verde. A cor verde é atribuída aos cursos da área da Saúde e significa esperança, força, longevidade e imortalidade. Demonstra adaptação ao ambiente e a capacidade do contato. Também conhecida como a cor do conhecimento.
Anel de Grau: deverá ser de ouro, ter uma pedra central de cor verde e o símbolo (Discóbolo) nas laterais.

Basquete de cadeira de rodas

O Basquete para cadeirantes não tem uma história romântica que começou com a cesta de pêssegos do Sr.Naismith. Assim como a história da maioria dos atletas, começou com algo trágico que conseguiu, depois, se transformar em algo bom.




No fim dos românticos anos 30, alguns caras estavam insatisfeitos com o tamanho da linha imaginária que eles chamavam de Alemanha e então decidiram aumentá-la invadindo outra linha imaginária. Então, simplesmente assim, começou a Segunda Guerra Mundial , onde inúmeros países e pessoas entraram em combate, muitos morreram e outros ficaram debilitados. Perderam perna, pé, tomaram tiro nas costas, enfim, no fim das contas estavam na mesma situação, em uma cadeira de rodas.



Muitos destes eram americanos e como bons americanos, queriam jogar basquete. Foi então que em meados dos anos 40 foi disputada a primeira partida de basquete em cadeiras de roda, nos Estados Unidos.



Porém, a coisa começou a tomar forma mais complexa na Inglaterra, também com veteranos de guerra, quando o neurologista alemão Ludwig Guttmann (sim, o nome cai na prova!) começou a adaptar para cadeirantes esportes já existentes, no hospital de Stoke Mandeville. Então, em 1947 foi realizado o primeiro Stoke Mandeville Wheelchair Games, os primeiros jogos esportivos para cadeirantes, que contou com 26 participantes (quase uma China!) e com 4 esportes. Mas aos poucos os Jogos foram crescendo, em 1952 foi incluido o netball, um jogo muito esquisito que lembra basquete e em 1956 finalmente foi adicionado o basquete sobre rodas, o primeiro torneio oficial de basquete para cadeirantes.



A Federação Internacional dos Jogos Stoke Mandeville eram a principal federação internacional de esportes adaptados e em 1973, com o basquete crescendo no mundo todo, criaram uma sub-seção com a função de cuidar especificamente do basquete. No Brasil, por exemplo, o esporte chegou rapidinho, já na década de 50, segundo as informações que o assistente técnico da seleção masculina, o Sileno, nos passou.



Em 1989 essa sub-seção recebeu o nome que tem hoje, International Wheelchair Basketball Federation, ou IWBF, que hoje é uma entidade enorme dividida em IWBF Americas, IWBF Europa, IWBF Africa e IWBF Asia/Oceania. Não é um nome tão sonoro quanto "FIBA" mas o princípio é o mesmo, com muitos países fazendo parte, 82 no total, muita burocracia, eleição para novos presidentes a cada 4 anos e congressos com palestras que, por serem palestras, devem dar sono.



O primeiro campeonato mundial foi em 1973 na Bélgica e só tinha países europeus participando. Eu sei, é ridículo não se chamar "Campeonato Europeu", mas é como os americanos que se chamam de "World Champion" para cada campeonato caseiro que disputam. Se o título mundial do Corinthians já dá polêmica, imagina chamar de campeão mundial a cada vez que ganhamos o Paulistinha! Quero nem ver.



Este primeiro campeonato foi vencido pela Inglaterra, mas não é considerado um campeonato oficial. O primeiro campeonato oficial foi vencido por Israel. O domínio americano, como no basquete tradicional, começou em 1979 em um torneio na própria terra dos ianques, eles foram depois bi-campeões em 1986, e depois em 94, 98 e 2002. Quem tirou a sequência ali em 90 foi a França, que, dizem, mesmo com rodas, não eram mais rápidos do que o Tony Parker é hoje. O Brasil nesses torneios teve como melhor posição o 9° lugar na última edição em 2006, realizada na Holanda.



Não foram os EUA que venceram em 2006, sabe quem foi? A resposta pode ser meio desconcertante, mas foi o Canadá. É, o mesmo Canadá que os americanos sempre tiram sarro porque não sabem jogar basquete, aquele mesmo Canadá que foi motivo de piada no desenho dos Simpsons, quando o Bart e o Millhouse são convidados a entrar no time de basquete do país porque eles são bons o bastante para acertar um arremesso na tabela.



Acontece que o Canadá teve uma grande sorte a seu favor. Imagine que Kobe Bryant, Chris Paul e Tyson Chandler tivessem nascidos todos no Canadá, e imagine que eles são a mesma pessoa. É o que dizem de Patrick Anderson.



O menino Pat Anderson era um típico canadense que via ursos todos os dias e sonhava em ser guarda florestal, ao mesmo tempo em que praticava seu esporte favorito, hockey. Tudo mudou quando Anderson tinha 9 anos de idade e um motorista bêbado invadiu seu pique-nique, deixando-o paralisado para toda a vida.



Não sei se foi a pancada mas isso fez o menino perceber que basquete é muito mais legal que hockey. Com um pouco de prática ele conseguiu algumas coisinhas na carreira, como duas medalhas de ouro paraolímpicas, MVP dos mundiais Junior de 97 e 2001, bronze no mundial de 98 e 8 títulos canadenses. Pra completar (e pra pegar umas menininhas porque ninguém é de ferro), ele ainda pensa em seguir carreira musical.



Eu não comparei ele com Kobe, Paul e Chandler à toa. Mas é que segundo um texto de Bruce Enns, técnico na Alemanha, Patrick Anderson é o melhor pontuador, passador e reboteiro do basquete paraolímpico nos dias de hoje.

Se você quer conhecê-lo melhor, o YouTube não é uma boa, quase não tem vídeos dele por lá, uma pena, mas você pode conhecer sua personalidade lendo seu blog, é só clicar AQUI.



Lá ele conta que chegou em Pequim no dia da final do basquete entre Espanha e EUA e que não conseguiu ver nada. No primeiro tempo ele estava no avião e no segundo tempo dentro do ônibus. Ele ficou bravo e eu também ficaria. Depois ele fala sobre como o time canadense está mais velho e não é mais o mesmo que foi bi-campeão olímpico em 2000 e 2004. Leitura bem interessante, se alguém quiser podemos até traduzir uns trechos como fizemos com o blog do Gilbert Arenas há algum tempo. Só não esperem aquelas histórias malucas do armador do Wizards porque o Pat Anderson parece ter um pouco de bom senso.



Se você ficava acordado para ver Kobe e cia. pelos EUA nas Olimpíadas, agora tem o Patrick Anderson para assistir, além da seleção brasileira, claro! Aproveite todas as chances de ver um time masculino do Brasil jogando basquete em Olimpíada! E da seleção brasileira falaremos mais no decorrer da semana, conheceremos os jogadores, treinadores, mecânico (é, há um mecânico!) e os desafios do forte grupo que o Brasil pegou.

Vou colocar depois alguns videos aqui.

O problema é que a maioria dos vídeos é em inglês, mas acho que já são de grande ajuda. Se alguém aí ainda tropeça na língua do Pat Anderson (e do Shakespeare também, eu sei) é só dar um toque nos comentários que a gente ajuda.



Ali em baixo um vídeo explicando melhor a regra dos dribles, que é única coisa diferente do basquete tradicional nas regras , que é um texto essencial para entender as regras do jogo. Infelizmente o autor do vídeo não deixa colocar o player na página, mas é só clicar no link e assistir no YouTube.



O Drible no basquete sobre rodas.


No vídeo aqui em baixo, uma propaganda da Nike sobre pessoas que dão desculpas, eu me identifiquei com o vídeo pra falar a verdade, adorava não fazer as coisas e dar desculpas esfarrapadas, mas hoje em dia prefiro não fazer e dizer que sou um monte de carne preguiçoso mesmo:

sexta-feira, 19 de março de 2010

REUNIÃO DA COMISSÃO DE ESPORTES E AUDIÊNCIA PÚBLICA

Caro Esportista,






Consoante a programação da Comissão de Esporte e Turismo da Assembleia Legislativa, teremos no dia 24 de março, às 12:00 horas, no Plenário Tiradentes, uma reunião ordinária que contará com a presença da MAGIC PAULA, para uma palestra sobre "Centro Olímpico e Implantação da Rede Olímpica".



Em seguida, no Auditório Franco Montoro, haverá uma Audiência Pública para debater o horário dos jogos de futebol no período noturno, com o convite em anexo.



Saudações Esportistas





Walter

Assessor de Esporte

domingo, 14 de março de 2010

Gonorréia


Gonorréia é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela Neisseria gonorrhoeae, uma bactéria que cresce e multiplica-se facilmente em áreas quentes e úmidas.
Entre os homens -> levam em média dois (02) a quatro (04) dias para aparecer, podendo chegar em até 30 dias, após o surgimento da infecção. Os sintomas são desde secreções até ardências ao urinar, ou uma descamação amarela ou verde no pênis. Algumas vezes homens com gonorréia ficam com testículos doloridos. 


 
Nas mulheres  os sintomas da gonorréia são geralmente moderados, porém a maioria das infectadas não apresenta sintomas. Os sinais e sintomas iniciais incluem sensação de queimação ao urinar e aumento do escoamento vaginal ou sangramento vaginal entre os períodos menstruais. Mulheres com gonorréia sofrem o risco de desenvolver complicações sérias independentemente da presença ou severidade dos sintomas. 

Asua transmissão faz-se essencialmente através do contacto sexual com um indivíduo infectado, independentemente da natureza do relacionamento (hetero ou homossexual). Para além do contágio por via sexual a infecção pode transmitir-se por auto inoculação (passagem da infecção de um local para outro do corpo feita pelo próprio), ou da mãe para o filho no momento do parto se a grávida está afectada pela doença. A gonorreia é uma infecção que pode atingir todas as mucosas que entrem em contacto com o gonorrneal; assim, podem ser infectados os genitais, a pele, os olhos, a garganta, as articulações, o coração e sistema nervoso. Os sintomas presentes dependem dos órgãos afectados, o que varia com o tipo de contacto sexual que causou a infecção (coito, sexo oral ou sexo anal) ou se há disseminação do gonorrneal através do sangue. Como para as outras doenças sexualmente transmissíveis, a prevenção da gonorreia reside na adopção de comportamentos sexuais seguros, evitando múltiplos parceiros sexuais e usando o preservativo sempre que se pratica sexo, em particular se não se trata de um relacionamento estável. As mulheres (em especial as que têm um dispositivo intra uterino) devem ser vigiadas regularmente para despiste de infecções silenciosas porque existe o risco de propagação da infecção às trompas e aos ovários. A prevenção da doença ocular nos recém-nascidos é feita actualmente por rotina, através da instilação de gotas nos olhos após o parto. A gonorreia actualmente é uma doença fácil de tratar e que se cura habitualmente sem deixar lesões residuais quando diagnosticada e tratada precocemente. No entanto, quando não se faz o tratamento correcto ou quando o diagnóstico é tardio, (como pode acontecer nas formas assintomáticas que atingem o colo do útero na mulher) podem surgir complicações graves como aperto da uretra no homem, infertilidade na mulher, úlceras da córnea e problemas cardíacos e neurológicos.

Nos casos de infecção retal os sintomas, tanto para homens como para mulheres, podem incluir escoamento, coceira no ânus, dor, sangramento ou evacuação dolorida. A infecção retal também pode não apresentar sintomas. Infecção na garganta pode causar dor, mas geralmente não apresenta sintomas.
O tratamento pode ser feito por meio de diversos antibióticos podendo, com sucesso, curar a gonorréia. Entretanto, variedades resistente de gonorréia estão aumentando em várias partes do mundo, tornando cada vez mais difícil o tratamento. Uma vez que muitas pessoas com gonorréia também têm clamídia, outra doença sexualmente transmissível, antibióticos para ambas são geralmente dados juntos.



Então o melhor é se prevenir.

quarta-feira, 10 de março de 2010

O que é o Nervo Ciático ??


O nervo ciático ou nervo isquiático é o principal nervo dos membros inferiores. Ele controla as articulações do quadril, joelho e tornozelo, e também os músculos posteriores da coxa e os músculos da perna e do pé.

O nervo ciático é o mais longo do corpo humano – liga o dedão do pé à região lombar –, mas a fama não vem de seu comprimento, e sim da dor causada por ele, a ciatalgia, que atinge cerca de 15% de população e pode causar muito desconforto. Como o ciático é responsável pela enervação dos membros inferiores, a dor pode ocorrer em vários lugares, porém os mais comuns são a região glútea posterior, o dedão do pé e a face lateral da coxa e da perna.

Patologia
A dor causada por compressão ou irritação do nervo ciático por um problema nas costas é chamada de ciática. As causas mais comuns de ciática incluem os problemas na região lombar: hérnia de disco, doença discal degenerativa, estenose espinhal e espondilolistese.

Ciática

A ciática é uma dor na perna devido à irritação do nervo ciático. Essa dor geralmente sente-se desde a parte posterior da coxa até à parte posterior da panturrilha, e pode se estender até aos quadris e aos pés. Para além da dor, pode haver entorpecimento e dificuldade de movimentação e controle da perna. Embora a ciática seja uma forma de dor relativamente comum, o verdadeiro significado do termo é muitas vezes mal compreendido. Ciática é a série de sintomas, e não o diagnóstico para o que está irritando o nervo e causando a dor.
Causas
A ciática é geralmente causada pela compressão da raiz do nervo na espinha lombar, se bem que também pode ocorrer devido à compressão do próprio nervo ciático.

A ciática pode ser classificada em dois tipos:

A "verdadeira ciática" – É causada pela compressão na raiz do nervo por uma hérnia de disco, engrossando e enlargando e/ou desalinhando a vértebra.
A "pseudo-ciática" – É causada pela compressão de secções mais periféricas do nervo, geralmente através de tensão de tecido mole no piriforme ou outro músculo relacionado.
Hábitos e posturas não-saudáveis, como ficar um excessivo tempo sentado ou dormir em posição fetal, juntamente com alongamento e exercício físico insuficiente das áreas miofasciais relevantes, podem ocasionar problemas vertebrais e no tecido mole associados à ciática. Outras causas da ciática incluem infecções e tumores. Ciática também pode ocorrer durante a fase tardia da gravidez, seja como resultado do útero pressionando o nervo ciático, seja secundariamente em decorrência da tensão muscular ou compressão vertebral associados ao peso extra e mudanças de postura.

Tratamento
Uma vez que várias condições podem comprimir as raízes do nervo ciático e causar ciática, as opções de tratamento geralmente diferem. O tratamento da causa por trás da compressão é geralmente a prática mais eficiente. Quando a causa é devida ao disco intravertebral lombar prolapsado ou com hérnia, pesquisas têm mostrado que, com o tratamento de suporte para aliviar a dor, em 90% dos casos há recuperação sem intervenção específica. Tratamentos como Acupuntura e Massoterapia também tem se mostrado muito eficientes para essa dolorosa afecção.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Curiosidades Curiosissimas



Pois é, meu amigo nerd barrigudinho (ou barrigudaço, vai saber) meio fora de forma, mas que no fundo anseia por um melhor condicionamento físico... Você, que sempre quis ter um corpo comparável aos dos seus super-herois favoritos mas não tinha um método adequado para seguir... Seus "probrema" acabaram! Basta ter em mãos o sensacional livro Stan Lee Presents: The Mighty Marvel Comics Strenght and Fitness (Stan Lee Apresenta o Poderoso Livro Marvel de Força Física e e Fitness)!
Capa de The Mighty Marvel Comics Strenght and Fitness.

Escrito por Ann Picardo, ilustrado por Joe Giella e enriquecido por textos adicionais do "tiozão" Stan Lee, esta pequena "obra-prima" da Literatura sobre Educação Física foi lançada em 1976 pela Fireside, uma divisão da prestigiada editora Simom & Schuster se associou a Marvel Comics com o propósito de lançar material super-heroístico destinado ao público infanto-juvenil. Aliás, em um outro blog já ouvi falar sobre o Marvel Super Heroes Cook Book, um outro lançamento da Fireside cuja temática misturava super-herois e Culinaria... Mas, deixemos isso de lado e vejamos logo abaixo exemplos de alguns dos exercicios fisicos indicados pelo Marvel Comics Strenght and Fitness (clique nas imagens para ampliá-las):


O Tocha Humana ensina a fortalecer o tronco, enquanto o Aranha demonstra alguns exercicios para as pernas.



Nada como aprender a fazer abdominais com o Hulk e ver a Mulher Invisível demonstrar como se reforçam as pernas


Coisa e Medusa demonstram exercícios que visam aumentar a flexibilidade do praticante.

Não sei por que, mas depois de ver os nossos amados herois se exercitarem fiquei com uma vontade de ir para a academia... Até a próxima!

Fonte:
Kleefeld on Comics

sábado, 16 de janeiro de 2010

A História Oficial do Basquete



Em 1891, o longo e rigoroso inverno de Massachussets tornava impossível a prática de esportes ao ar livre. As poucas opções de atividades físicas em locais fechados se restringiam a entediantes aulas de ginástica, que pouco estimulavam aos alunos. Foi então que Luther Halsey Gullick, diretor do Springfield College, colégio internacional da Associação Cristã de Moços (ACM), convocou o professor canadense James Naismith, de 30 anos, e confiou-lhe uma missão: pensar em algum tipo de jogo sem violência que estimulasse seus alunos durante o inverno, mas que pudesse também ser praticado no verão em áreas abertas.

Depois de algumas reuniões com outros professores de educação física da região, James Naismith chegou a pensar em desistir da missão. Mas seu espírito empreendedor o impedia. Refletindo bastante, chegou à conclusão de que o jogo deveria ter um alvo fixo, com algum grau de dificuldade. Sem dúvida, deveria ser jogado com uma bola, maior que a de futebol, que quicasse com regularidade. Mas o jogo não poderia ser tão agressivo quanto o futebol americano, para evitar conflitos entre os alunos, e deveria ter um sentido coletivo. Havia um outro problema: se a bola fosse jogada com os pés, a possibilidade de choque ainda existiria. Naismith decidiu então que o jogo deveria ser jogado com as mãos, mas a bola não poderia ficar retida por muito tempo e nem ser batida com o punho fechado, para evitar socos acidentais nas disputas de lances.

A preocupação seguinte do professor era quanto ao alvo que deveria ser atingido pela bola. Imaginou primeiramente colocá-lo no chão, mas já havia outros esportes assim, como o hóquei e o futebol. A solução surgiu como um relâmpago: o alvo deveria ficar a 3,5m de altura, onde imaginava que nenhum jogador da defesa seria capaz de parar a bola que fosse arremessada para o alvo. Tamanha altura também dava um certo grau de dificuldade ao jogo, como Naismith desejava desde o início.

Mas qual seria o melhor local para fixar o alvo? Como ele seria? Encontrando o zelador do colégio, Naismith perguntou se ele não dispunha de duas caixas com abertura de cerca de 8 polegadas quadradas (45,72 cm). O zelador foi ao depósito e voltou trazendo dois velhos cestos de pêssego. Com um martelo e alguns pregos, Naismith prendeu os cestos na parte superior de duas pilastras, que ele pensava ter mais de 3,0m, uma em cada lado do ginásio. Mediu a altura. Exatos 3,05m, altura esta que permanece até hoje. Nascia a cesta de basquete.

James Naismith escreveu rapidamente as primeiras regras do esporte, contendo 13 itens. Elas estavam tão claras em sua cabeça que foram colocadas no papel em menos de uma hora. O criativo professor levou as regras para a aula, afixando-as num dos quadros de aviso do ginásio. Comunicou a seus alunos que tinha um novo jogo e se pôs a explicar as instruções e organizar as equipes.

Havia 18 alunos na aula. Naismith selecionou dois capitães (Eugene Libby e Duncan Patton) e pediu-lhes que escolhesse os lados da quadra e seus companheiros de equipe. Escolheu dois dos jogadores mais altos e jogou a bola para o alto. Era o início do primeiro jogo de basquete. Curioso, no entanto, é que nem Naismith nem seus alunos tomaram o cuidado de registrar esta data, de modo que não se pode afirmar com precisão em que dia o primeiro jogo de basquete foi realizado. Sabe-se apenas que foi em dezembro de 1891, pouco antes do Natal.

Como esperado, o primeiro jogo foi marcado por muitas faltas, que eram punidas colocando-se seu autor na linha lateral da quadra até que a próxima cesta fosse feita. Outra limitação dizia respeito à própria cesta: a cada vez que um arremesso era convertido, um jogador tinha que subir até a cesta para apanhar a bola. A solução encontrada, alguns meses depois, foi cortar a base do cesto, o que permitiria a rápida continuação do jogo.

Após a aprovação da diretoria do Springfield College, a primeira partida oficial do esporte recém-criado foi realizada no ginásio Armory Hill, no dia 11 de março de 1892, em que os alunos venceram os professores pelo placar de 5 a 1, na presença de cerca de 200 pessoas.

A primeira bola de basquete foi feita pela A. C. Spalding & Brothers, de Chicopee Falls (Massachussets) ainda em 1891, e seu diâmetro era ligeiramente maior que o de uma bola de futebol.

As primeiras cestas sem fundo foram desenhadas por Lew Allen, de Connecticut, em 1892, e consistiam em cilindros de madeira com borda de metal. No ano seguinte, a Narraganset Machine & Co. teve a idéia de fazer um anel metálico com uma rede nele pendurada, que tinha o fundo amarrado com uma corda mas poderia ser aberta simplesmente puxando esta última. Logo depois, tal corda foi abolida e a bola passou a cair livremente após a conversão dos arremessos. Em 1895, as tabelas foram oficialmente introduzidas.

Naismith não poderia imaginar a extensão do sucesso alcançado pelo esporte que inventara. Seu momento de glória veio quando o basquete foi incluído nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, e ele lançou ao alto a bola que iniciou o primeiro jogo de basquete nas Olimpíadas.

Atualmente, o esporte é praticado por mais de 300 milhões de pessoas no mundo inteiro, nos mais de 170 países filiados à FIBA.

O basquete no Brasil
O Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade. Augusto Shaw, um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York, completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o basquete.

Dois anos depois, recebeu um convite para lecionar no tradicional Mackenzie College, em São Paulo. Na bagagem, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil. A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso atrapalhou a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens.

Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros, Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss.

Shaw viveu no Brasil até 1914 e teve a chance de acompanhar a difusão do basquete no país. Faleceu em 1939, nos Estados Unidos.

A aceitação nacional do novo esporte veio através do Professor Oscar Thompson, na Escola Nacional de São Paulo e Henry J. Sims, então diretor de Educação Física da Associação Cristã de Moços (ACM), do Rio de Janeiro.

Em 1912, no ginásio da rua da Quitanda nº 47, no centro do Rio de Janeiro, aconteceram os primeiros torneios de basquete. Em 1913, quando da visita da seleção chilena de futebol a convite do América Futebol Clube, seus integrantes, membros da ACM de Santiago, passaram a freqüentar o ginásio da rua da Quitanda. Henry Sims, convenceu os dirigentes do América a introduzir o basquete no clube da rua Campos Salles, no bairro da Tijuca. Para animá-los, arranjou um jogo contra os chilenos oferecendo uma equipe da ACM, com o uniforme do América que triunfou pelo curioso score de 5 a 4. O plano vingou e o América foi o primeiro clube carioca a adotar o basquete.

As primeiras regras em português foram traduzidas em 1915. Nesse ano a ACM realizou o primeiro torneio da América do Sul, com a participação de seis equipes. O sucesso foi tão grande que a Liga Metropolitana de Sports Athléticos, responsável pelos esportes terrestres no Rio de Janeiro, resolveu adotar o basquete em 1916. O primeiro campeonato oficializado pela Liga foi em 1919, com a vitória do Flamengo.

Em 1922 foi convocada pela primeira vez a seleção brasileira, quando da comemoração do Centenário do Brasil nos Jogos Latino-Americanos, um torneio continental, em dois turnos, entre as seleções do Brasil, Argentina e Uruguai. O Brasil sagrou-se campeão, sob a direção de Fred Brown. Em 1930, com a participação do Brasil, foi realizado em Montevidéu, o primeiro Campeonato Sul-Americano de Basquete.

Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basketball, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembléia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basketball.

As primeiras regras
1 - A bola pode ser arremessada em qualquer direção com uma ou com ambas as mãos;

2 - A bola pode ser tapeada para qualquer direção com uma ou com ambas as mãos (nunca usando os punhos);

3 - Um jogador não pode correr com a bola. O jogador deve arremessá-la do ponto onde pegá-la. Exceção será feita ao jogador que receba a bola quando estiver correndo a uma boa velocidade;

4 - A bola deve ser segura nas mãos ou entre as mãos. Os braços ou corpo não podem ser usados para tal propósito;

5 - Não será permitido sob hipótese alguma puxar, empurrar, segurar ou derrubar um adversário. A primeira infração desta regra contará como uma falta, a segunda desqualificará o jogador até que nova cesta seja convertida e, se houver intenção evidente de machucar o jogador pelo resto do jogo, não será permitida a substituição do infrator.

6 - Uma falta consiste em bater na bola com o punho ou numa violação das regras 3, 4 e 5.

7 - Se um dos lados fizer três faltas consecutivas, será marcado um ponto a mais para o adversário (Consecutivo significa sem que o adversário faça falta neste intervalo entre faltas).

8 - Um ponto é marcado quando a bola é arremessada ou tapeada para dentro da cesta e lá permanece, não sendo permitido que nenhum defensor toque na cesta. Se a bola estiver na borda e um adversário move a cesta, o ponto será marcado para o lado que arremessou.

9 - Quando a bola sai da quadra, deve ser jogada de volta à quadra pelo jogador que primeiro a tocou. Em caso de disputa, o fiscal deve jogá-la diretamente de volta à quadra. O arremesso da bola de volta à quadra é permitido do tempo máximo de 5 segundos. Se demorar mais do que isto, a bola passará para o adversário. Se algum dos lados insistir em retardar o jogo, o fiscal poderá marcar uma falta contra ele.
10 - O fiscal deve ser o juiz dos jogadores e deverá observar as faltas e avisar ao árbitro quando três faltas consecutivas forem marcadas. Ele deve ter o poder de desqualificar jogadores, de acordo com a regra 5.

11 - O árbitro deve ser o juiz da bola e deve decidir quando a bola está em jogo, a que lado pertence sua posse e deve controlar o tempo. Deve decidir quando um ponto foi marcado e controlar os pontos já marcados, além dos poderes normalmente utilizados por um árbitro.

12 - O tempo de jogo deve ser de dois meio-tempos de 15 minutos cada, com 5 minutos de descanso entre eles.

13 - A equipe que marcar mais pontos dentro deste tempo será declarada vencedora. Em caso de empate, o jogo pode, mediante acordo entre os capitães, ser continuado até que outro ponto seja marcado.

No dia 12 de outubro, em território nacional, é comemorado o "Dia do Basquete".

SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE FUTEBOL

SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE FUTEBOL:
COPA DO MUNDO DE 2014
no BRASIL e em SÃO PAULO



EXPERIÊNCIAS E PLANEJAMENTO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO


PROGRAMA
(Aguardando confirmação dos Palestrantes)


3ª Feira – 09 de Fevereiro

9h - Solenidade de Abertura: Plenário Juscelino Kubistchek

Presidente da Assembléia Legislativa – Deputado Barros Munhoz
Ministra da Casa Civil – Dilma Rousseff
Ministro das Relações Institucionais - Alexandre Padilha
Ministro das Cidades – Marcio Fortes
Ministro do Esporte - Orlando Silva Junior
Ministro do Turismo – Luiz Barretto
Governador do Estado de São Paulo – José Serra
Prefeito do Município de São Paulo – Gilberto Kassab
Secretário de Economia e Planejamento – Francisco Vidal Luna
Secretário de Estado de Esporte, Lazer e Turismo – Claury Alves
Secretário Municipal de Esporte, Lazer e Recreação – Walter Feldman
Secretário Geral da FIFA - Jerome Valcke
Presidente da Confederação Sul Americana de Futebol – Nicolas Leoz
Presidente da Federação Paulista de Futebol – Marco Pólo Del Nero
Presidente da Comissão de Esportes e Turismo da ALESP – Deputado Vicente Cândido
Presidente do BNDES – Luciano Coutinho
Presidente da São Paulo Turismo – Caio Luiz de Carvalho


Homenagem a Ricardo Terra Teixeira – Presidente da Confederação Brasileira de
Futebol – CBF


12h às 14h – Intervalo para Almoço


Seminário: Coordenador da Mesa – Deputado Jonas Donizette

14h – O que é uma Copa do Mundo
JEROME VALCKE – Secretário Geral da FIFA


15 h - A organização da Copa de 2014
RICARDO TEIXEIRA - Presidente do Comitê Organizador da Copa do Mundo
de 2014
ORLANDO SILVA JUNIOR - Ministro do Esporte



16:00 h - A Importância da Copa do Mundo para os países Sul-Americanos
NICOLAS LEOZ - Presidente da Confederação Sul Americana de Futebol

17:00 h - A consolidação do processo da Copa do Mundo de 2014
DR. FRANCISCO ANTUNES MACIEL MÜSSNICH – Membro do Comitê
Organizador da Copa do Mundo de 2014 no Brasil

18:00 h - A Filosofia do Futebol
Prof. MANUEL SÉRGIO – Presidente do Instituto Piaget de Ensino
Superior de Almada - Portugal



4ª Feira – 10 de Fevereiro

Seminário: Coordenador da Mesa - Deputado Luciano Batista

9h – A Copa do Mundo no contexto das políticas públicas de Esporte
CLAURY ALVES - Secretário de Estado de Esporte, Lazer e Turismo
MARCIO FORTES – Ministro das Cidades

10h – As Federações na Organização da Copa do Mundo
MARCO PÓLO DEL NERO - Presidente da Federação Paulista de Futebol

11h - A importância do envolvimento da população na Copa do Mundo
WALTER FELDMAN - Secretário de Esporte, Lazer e Recreação do Município
de São Paulo

12h às 14 h – Intervalo para Almoço

Seminário: Coordenador da Mesa – Deputado Pedro Bigardi

14h – O Significado da Copa do Mundo para o Turismo de São Paulo
CAIO LUIZ DE CARVALHO – Presidente da São Paulo Turismo – SP Turismo

15h - Experiência da Alemanha em 2006: organização, transporte, segurança, saúde,
hotelaria, turismo e gastronomia
FRANZ BECKENBAUER – Ex-Presidente do Comitê Organizador da Copa do
Mundo da Alemanha em 2006

16h – Preparativos da África do Sul para 2010
LAURINE PLATZKY - Coordenadora do Comitê Organizador da Copa do
Mundo da África do Sul em 2010 na cidade do Cabo
COUNCILLOR OBED MLABA - Prefeito de Durban (África do Sul)

17h – Desafios, soluções e investimentos para a Copa do Mundo de 2014 no
Brasil
DILMA ROUSSEFF - Ministra da Casa Civil

18h - Homenagem ao Craque Superação
RONALDO NAZÁRIO – S.C. Corinthians Paulista


Ato de protocolização do Projeto de Lei que cria o Programa de Esporte e Lazer do Estado de São Paulo



5ª Feira – 11 de Fevereiro


Seminário: Coordenador da Mesa – Deputado Chico Sardelli


9h - O impacto da Copa do Mundo no Turismo do Brasil
LUIZ BARRETTO - Ministro do Turismo

10h – A Segurança na Copa do Mundo
Cel. JOSÉ VICENTE DA SILVA – Consultor em Segurança / Ex- Secretário
Nacional de Segurança
A logística na Copa de 2014
PAULO CESAR BASTOS CASTELLO BRANCO - Vice-Presidente da TAM

11h - A Experiência de Campeões e Grandes Jogadores na Copa do Mundo
CARLOS ALBERTO TORRES (Brasil)
EUSEBIO DA SILVA FERREIRA (Portugal)


12h às 14h – Intervalo para Almoço


Seminário: Coordenador da Mesa - Deputado Hélio Nishimoto


14h - Programa de fomento para a organização da Copa e o desenvolvimento sócio-
econômico nas cidades sedes da Copa do Mundo
LUCIANO COUTINHO – Presidente do BNDES

15h – A Sustentabilidade Ambiental na Infraestrutura da Copa do Mundo
FÁBIO FELDMANN – Ex-Secretário de Estado de Meio Ambiente
Representante do Brasil na Conferência de Copenhague
sobre mudanças climáticas

16h - Os impactos positivos e negativos nas Parcerias Público Privadas (PPPs) para
a Copa do Mundo
GILBERTO KASSAB – Prefeito do Município de São Paulo

17h - Desafios, soluções e investimentos do Estado de São Paulo na Copa do
Mundo de 2014 no Brasil
FRANCISCO VIDAL LUNA – Secretário de Estado de Economia e
Planejamento
JOSÉ SERRA – Governador do Estado de São Paulo

18h – Homenagem ao Craque Cidadania
EDMILSON – S. E. Palmeiras





Encerramento: Coquetel





Realização: Mesa Diretora da Assembléia Legislativa
Comissão de Esportes e Turismo da ALESP
Federação Paulista de Futebol
Ministério do Turismo / Ministério do Esporte

Organização: Comissão de Esportes e Turismo da ALESP
Federação Paulista de Futebol
SportPromotion

Período: 09, 10 e 11 de Fevereiro de 2010

Local: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
Plenário Juscelino Kubistchek

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

METODOLOGIAS OU ESTILOS DE ENSINO


Estilo de ensino - Comportamento ou postura do professor frente ao que pretende ensinar, à estrutura da aprendizagem e aos alunos.

Metodologias buscam: (1) processo de aprendizagem individualizado e (2) processos cognitivos que são fundamentalmente na aprendizagem.
A escolha de um determinado estilo ou metodologia pode levar ao ensino de:

REPRODUÇÃO
(voltado para conteúdo – professor)

TRANSFORMAÇÃO
(voltado para aprendizagem – aluno)


 Um dos prestigiosos trabalhos neste campo, é o do ESPECTRO DE ESTILOS DE ENSINO, idealizado por Mosston.
 Baseado na tomada de decisões, relacionada com as fases do planejamento, orientação e controle da aprendizagem.
 Tomada de decisões – evolui, segundo uma transferência de competência, do professor ao aluno – vai de um estilo por comandos a um estilo baseado na resolução de problemas.

• POR COMANDO – o professor define como os alunos executam as tarefas. Ele é o elemento preponderante, com um papel bem definido.

• POR TAREFA – o professor define qual a tarefa a ser executada pelos alunos.

• POR AVALIAÇÃO RECÍPROCA – o professor delega aos alunos a avaliação da aprendizagem.

• POR PROGRAMAÇÃO INDIVIDUALIZADA – baseia-se no princípio do trabalho individualizado (respeito às diferenças).

• POR DESCOBERTA ORIENTADA – o professor conduz de modo indireto o aluno a descobrir como resolver uma “inquietação”.

• POR SOLUÇÃO DE PROBLEMAS – o professor propõe alguns problemas motores e age como facilitador.

“A SEQUENCIA ACIMA DEMONSTRA UM AUMENTO GRADATIVO DO NÍVEL DE INDEPENDÊNCIA DO ALUNO AO EXECUTAR TAREFAS”

COMANDO

 Professor Centralizador (toma decisões – explica, demonstra e avalia).
 Aluno receptor – executa o que foi determinado (receptor passivo).
 Comportamento hierárquico bem definido.

Baseada no Quadrívero:
1. Demonstração
2. Explicação
3. Execução
4. Avaliação
Professor
– Determina os objetivos da aula
– Escolhe as atividades
– Fornece indicações precisas sobre o que executar
– Avalia quase sempre de forma subjetiva e corrige.
– Não se preocupa com as dificuldades dos alunos.
– Procura levar o aluno ao aprendizado dos conteúdos através da imitação de um padrão de execução julgado ideal.

Conteúdos
– Assumem um valor quase absoluto e autônomo, os quais os educandos devem conformar-se, aprendendo-os sem terem possibilidades de introduzir algo pessoal.
– Estruturados num esquema mecanicista, segmentário, onde o estático predomina sobre o dinâmico.

Aluno
– Elemento passivo
– A ele compete somente executar, obedecendo as decisões tomadas pelo mestre.
– Cabe compreender o que o professor propõe e executar após as vozes de comando.

Objetivos
– São formulados em função das atividades de ensino a serem desenvolvidas pelo docente.

Metodologias
– Utilização de situações didáticas que só dão margem a uma resposta.

Estratégias
– Baseiam-se no emprego das demonstrações e na utilização de VOZES DE COMANDO para determinar:
a) tomada de uma posição
b) execução de um exercício
c) execução de um movimento
d) uma formação
e) uma forma de trabalho
– As vozes de comando são empregadas com a técnica clássica de voz de advertência, intervalo e voz de execução.
– Tudo está previsto (duração exata das sessões, número de repetições, ritmo de emprestar)
– Incentivo à participação – baseia-se no temor do professor e no medo do fracasso.


TAREFA


 Primeiro passo de um ensino centrado no aluno.
 Mudança na relação professor – aluno – comunicação, organização e ambiente social.
 Organização livre – o professor move-se livremente pelo espaço.
 Demonstração – a proximidade física do professor promove uma melhor observação.
 Dispersão e reunião – servem para romper a monotonia.
 Atividades – uma para toda a classe ou variadas com diferentes níveis de dificuldade.

Professor
– Determina os objetivos e a atividade.
– Decide quantidade e qualidade considerando as diferenças.
– Não determina a distribuição dos alunos pelo espaço.
– Demonstra e explica, mas não decide tempo e intensidade.
– Fica liberado para motivar e corrigir.
– Avalia de modo diferenciado cada tarefa (individualidade).



Conteúdos
– São apresentados sob a forma de tarefas
a) uma única tarefa é apresentada para toda a turma, podendo ser realizada segundo diferentes padrões de desempenho (número de repetições, carga, duração, intensidade, etc)
b) diferentes tarefas são propostas para toda a turma, algumas vezes em seqüência que permite realizar uma habilidade ou movimento complexo.
c) Diferentes tarefas ligadas a uma mesma habilidade ou um movimento complexo, mas podendo ser realizada segundo diferentes padrões de desempenho.
– Impõe uma preparação prévia
– A distribução de tarefas em diferentes estações facilita o controle por parte do professor.

Aluno
– Não participa do planejamento da aula.
– Tem a responsabilidade outorgada de escolher entre as tarefas propostas pelo professor, as que deseja realizar.
– Escolhe também o padrão de desempenho.
– Determina o momento de começar e terminar
– Desenvolve conhecimento sobre a própria capacidade.
– Torna-se menos dependente quanto à orientação espacial e relação interpessoal.
– Determina ritmos e intensidades próprios.
– Realiza livremente a atividade proposta, causando maior motivação.
– Inicia um desenvolvimento gradual da autoavaliação.

Objetivos
– São escolhidos em função de modificações dos comportamentos dos alunos.

Metodologia
– Proporciona um certo grau de individualização e favorece, até certo ponto, uma auto-avaliação.


AVALIAÇÃO RECÍPROCA

 Segundo passo na direção de tornar o aluno independente.
 Professor – tem ainda um papel preponderante no processo
 Trabalho em duplas – executor e observador.
 Comunicação - oral, visual e escrita.
 O professor corrige o observador e este corrige o executor.
 Relação de confiança – professor/aluno e aluno/aluno.

Professor
– Escolhe os objetivos, seleciona as estratégias e impõe a organização
– Delega aos estudantes a avaliação da aprendizagem, mas estabelece critérios para que a mesma seja efetuada.
– A atenção do professor se concentra mais nos avaliadores do que nos executantes.
– Três ciclos:
a) uma só tarefa de cada vez;
b) uma série de exercícios correlacionados, vinculados a uma mesma atividade;
c) um programa de exercícios escolhidos entre atividades variadas.

Aluno
– Autonomia aumentada no que concerne às atividades de avaliação de aprendizagem

Objetivos
– Objetivos traduzindo o comportamento observáveis dos alunos, para que seja possível a avaliação recíproca
– Devem ser enunciados de maneira clara e precisa

Metodologia
– Consiste em fornecer aos alunos os critérios que serão utilizados por eles mesmos para avaliarem o desempenho dos colegas.


PROGRAMAÇÃO INDIVIDUALIZADA

 Baseia-se no princípio do trabalho individualizado, que pressupõe a existência de diferenças individuais entre os alunos.
 Desenvolver a consciência da própria execução.
 Aprender a observar e avaliar com critério a própria execução.
 Conseguir independência de fontes externas de feedback.
 Aceitar as próprias limitações e buscar critérios por melhor desempenho.
 Processo de individualização e tomada de decisões.

Professor
– Planeja a aula com tarefas para cada aluno.
– Observa a aula e a maneira de utilizarem a auto avaliação (folha de tarefa).
– Oferecer feedback individual e comentários gerais.

Aluno
– Executa a tarefa em seu próprio ritmo e utiliza a folha de tarefa para seu próprio feedback.
– Desenvolve o senso de responsabilidade e iniciativa.
– Trabalha individualmente, identifica suas limitações.
– Se auto-avalia em busca de um melhor desempenho.

Conteúdos
– Apresentados sob a forma de programas individualizados:
a) programa individualizado por tarefas (o aluno recebe uma lista de tarefas a realizar individualmente.
b) Programa individual quantitativo (o aluno determina um máximo ara si em relação a uma determinada tarefas).
c) Programa individual qualitativo (o aluno decide em relação a um nível qualitativo de desempenho que ele julga ajustado à sua capacidades.
d) Programa individual combinado (o aluno determina seus níveis de desempenho em relação aos aspectos qualitativos e quantitativos.

Objetivos
– São formulados em termos de modificações comportamentais dos alunos. Os padrões mínimos de rendimento são deixados a critério do aluno.

Metodologia
– Baseada no princípio da existência de diferenças individuais entre os alunos.


DESCOBERTA ORIENTADA (OU DIRIGIDA)

 O domínio cognitivo passa a ter um lugar importante como o motor e o afetivo.
 Qualquer habilidade implica obviamente algum conhecimento.
 Todo o indivíduo necessita adquirir conhecimentos e informações.
 Professor começa a perder seu papel onisciente e onipotente.

Professor
– Papel de elemento incentivador, orientador e controlador de atividades formativas e informativas aos alunos.
– Conduz o aluno de uma maneira indireta ao conhecimento.
– Conduz o processo usando questões que possam conduzir à solução buscada.

Conteúdos
– Passam a ser ligados aos três domínios propostos por BLOOM para os objetivos do ensino.

Objetivos
– São os comportamentos desejados.

Aluno
– Passa a ser o centro do processo educativo

Metodologia
– Baseia-se na teoria da dissonância cognitiva de Festinger, que considera que uma irritação cognitiva produz uma necessidade de busca de uma solução que suprimirá a causa da irritação.

Estratégias
– São usadas para:
a) recordar informações e conhecimentos ou habilidades psicomotoras;
b) servir de elemento incentivador, de modo a provocar a motivação dos alunos;
c) estimular a reflexão e dirigir o raciocínio do aluno;
d) ajudar a efetuar avaliações e retificações da aprendizagem;
e) introduzir nos conteúdos.


SOLUÇÃO DE PROBLEMAS

 Ocupa a posição de maior destaque no espectro de estilos de ensino.
 Acarreta mudanças fundamentais no papel e nas atitudes do professor, uma vez que se trata menos de ensinar do que ajudar os alunos a aprender.
 Aprender a resolver problemas

Professor
– Passa a ser o fator humano incentivador, orientador e assessor do aluno
– Exige maiores responsabilidades dos professores.
– Desempenha um papel de facilitador, conselheiro, dinamizador.

Aluno
– Colocado, verdadeiramente, no centro do processo educativo.
– Passa a ser elemento ativo, formulando problemas, buscando respostas, procurando descobrir.

Estratégia
– Parte de uma situação inicial que aguce a curiosidade dos alunos.
– Elaborar uma situação problema cuja solução implicará precisamente a busca e a aquisição do comportamento desejado, expresso no objetivo.
– Determinação dos problemas:
a) problemas espontâneos (oriundos de situações de aprendizagem naturais)
b) problemas suscitados (idealizados e apresentados pelo professor)
c) problemas construídos ( feitos pelo professor)

Objetivos
São definidos em termos comportamentais e formulados operacionalmente, com base na situação inicial.


Referência bibliográfica
FARIA JUNIOR, A. G., CORRÊA, E. S. & BRESSANE, R. S. Prática de ensino em Educação Física: estágio supervisionado. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.

AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA


Avaliação em Educação Física: percurso ao longo das tendências pedagógicas

• Perspectiva tradicional de 1970: preocupações avaliativas em Educação Física que enfatizavam a medição, o desempenho das capacidades físicas, habilidades motoras e o uso de medidas antropométricas.
• Objetivo: nota (desempenho do aluno comparado ao desempenho ideal).
• Rede pública: testes de suficiência física (início do ano) e eficiência física (final do ano).
• Não havia vinculação destes teste com o conteúdo – anulação do programa proposto.
• Muitos professores defendiam a aplicação de testes físicos com vistas a tornar a Educação Física mais científica, objetiva e quantitativa.
• Indisciplina: punição através de exaustivas corridas durante a aula.
• Perspectiva tradicional de avaliação cometeu vários equívocos ao considerar que avaliar é: (1) aplicar testes em prazos determinados; (2) restrito domínio motor; (3) atividade que se realiza no final de um prazo; (4) significa atribuir uma nota ou conceito; (5) punir; (6) sobrepõe-se a ensinar; (7) exige medição e quantificação e (8) mero cumprimento de uma exigência burocrática.
• “Todas as vezes que um professor verifica se os seus alunos estão se comportando com autonomia, responsabilidade e alegria, ele está avaliando todo um processo educacional” (ZABALA, 1998).
• SOARES, et al (1992): utiliza um discurso da justiça social como ponto de apoio, qualquer consideração sobre pedagogia mais apropriada deve versar não só sobre como ensinar mais também como adquirimos os conhecimentos, valorizando a contextualização dos fatos e o resgate histórico.
• Em Educação Física, a avaliação do processo de ensino e aprendizagem, deve servir de referência para analisar sua aproximação ou seu distanciamento em relação ao eixo curricular que norteia o projeto pedagógico da escola.
• Avaliar é muito mais complexo do que tomar exclusivamente o desempenho dos alunos em uma prova e considerá-los aprovados ou reprovados, mesmo porque cada aluno chega na escola com um certo nível de conhecimento.


A Prática dos Professores

• Nas últimas décadas, principalmente 1990, foram conduzidas pesquisas (PINTO, 1990; ALEGRE, 1993; SOUZA, 1993; CARVALHO, 1996; RIOS, 1996) com o objetivo de se obter informações sobre a prática da avaliação dos professores de Educação Física.
• Estas pesquisas indicaram mudanças em algumas concepções dos professores da disciplina sobre a avaliação, sobretudo em função do novo discurso presente na área.
• Atualmente, a perspectiva tradicional, que prioriza o produto, a quantificação e a avaliação por meio de testes, divide a preferência e o espaço com a visão mais processual, abrangente e qualitativa (DARIDO, 1999).
• Como avaliar aprendizagem do movimento quando se reconhece a infinidade de fatores envolvidos, tais como força muscular, resistência agilidade, equilíbrio, ritmo, sentimentos, cognição, afetividade, experiências anteriores, conhecimento e tantas outras variáveis ?

- Por que temos que avaliar?
1. Punir, classificar (rotular) ou selecionar

2. Processo sistemático e intencional de atribuição de juízos de valor aos dados qualitativos e quantitativos considerados relevantes. Pois, o objeto de avaliação situa-se, prioritariamente, no processo de ensino e aprendizagem, tanto do grupo/classe quanto de cada aluno.

Respondendo as questões sobre avaliação

1. Por que avaliar?
2. Quem avalia?
3. Como avaliar?
4. O que avaliar?
5. Quando avaliar?

1. Por que avaliar?
- Diagnóstico da situação.
- Oferece ao professor elementos para reflexão contínua sobre sua prática.
- Para o aluno é um instrumento de tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades.
- Para a escola permite reconhecer prioridades e localizar ações educativas.

2. Quem avalia?
- Todos, professores e alunos, pois os professores devem informar seus alunos sobre suas dificuldades, possíveis melhoras e mudanças que devem ocorrer, enquanto os alunos desenvolvem sua autonomia ao compreender o processo de ensino e aprendizagem, desenvolvendo com isso sua auto-avaliação.

3. Como avaliar?
- Registros sistemáticos em fichas, oportunizando que os alunos tenham ciência dessas fichas, bem como de seus resultados. Isso facilita a auto-avaliação.
- Os alunos pode ser avaliados:
- De forma sistemática, por meio da Observação das situações vivência, de perguntas e respostas formuladas durantes as aulas.
- De forma específica, em provas, pesquisas, relatórios apresentação etc.
- Auto-avaliação (mas para que seja coerente o aluno precisa ter dados sobre seus conhecimentos antes e depois, no momento da auto-avaliação, para possível análise).

4. O que avaliar?
- A avaliação em Educação Física deve considerar a observação, análise e conceituação de elementos que compõe a totalidade da conduta humana, ou seja, a avaliação deve estar voltada para a aquisição de competências, habilidades, conhecimentos e atitudes dos alunos.
- Deve abranger as dimensões cognitiva (competências e conhecimentos), motora (habilidade motoras e capacidades físicas) e atitudinal (valores), verificando a capacidade de o aluno expressar sua sistematização dos conhecimentos relativos à cultura corporal em diferentes linguagens: corporal, escrita e falada.
- As diferentes dimensões dos conteúdos: conceitual, procedimental e atitudinal, de diferentes formas (provas teóricas, trabalhos, seminários, gravação, fichas e testes).
- O problema não está na escolha dos instrumentos e sim na concepção que sustenta a utilização destes. Por exemplo: prova escrita. Pedir na avaliação regras de um jogo formal: para que?


5. Quando avaliar?
1. Avaliação diagnóstica: início das aulas para saber quem são meus alunos e poder montar meu plano de trabalho.
- O que sabem os alunos em relação ao que quero ensinar?
- Quais experiências anteriores eles tiveram em relação ao que eu desejo ensinar?
- Quais são seus interesses?
- Quais são os seus estilos de aprendizagem?

2. Avaliação processual ou formativa: esta avaliação serve para realizar possíveis alterações no processo de ensino e aprendizagem, porém os alunos devem saber seus dados/resultados e por que e quais mudanças devem ocorrer nesse processo. Geralmente esta avaliação é feita por meio de observação.
3. Avaliação somativa: esta ocorre no final do processo e pode ocorrer de diversas formas como pela organização de um campeonato ou evento, apresentação de trabalhos, produção de um jornal etc.


A AVALIAÇÃO DEVE OCORRER NAS DIFERENTES DIMENSÕES

1. Avaliação na dimensão conceitual
O mais importante é observar o uso dos conceitos aprendidos pelos alunos em trabalhos em equipes, debates, exposições e, sobretudo, em diálogos entre alunos e com o professor. Pois, os alunos devem ser capazes de utilizar os conceitos para resoluções de conflitos ou problemas.

2. Avaliação na dimensão atitudinal
Avaliar a atitude dos alunos é complexo e exige situações de conflito para que posamos observá-las. Zaballa (1998 apud DARIDO, 2005) coloca que a melhor fonte de informação para se conhecer os avanços nas aprendizagens atitudinais é a observação sistemática de opiniões e das atuações nas atividades grupais, nos debates, nas manifestações dentro e fora de aula, nas visitas, passeios e excursões, na distribuição de tarefas, enfim em todas as situações possíveis.

3. Avaliação na dimensão procedimental
Os conteúdos procedimentais implicam saber fazer e só nessa situação é que o aluno pode ser avaliado. Mas o que define uma aprendizagem não é o conhecimento que se tem dele, mas o domínio ao transferi-lo para a prática. Por exemplo, os alunos devem, ao ser incentivados pelo professor, conseguir produzir resumos para o jornal da escola, organizar painéis na escola sobre determinado tema da Educação Física como Copa do Mundo, postura, qualidade de vida etc. Espera-se, com essas atividades, ativar os conceitos da área e da disciplina anteriormente comentados e articular redes conceituais interdisciplinares.

NOTA/CONCEITO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Aliar é complexo, mas absolutamente necessário num processo de ensino e aprendizagem, porém avaliar é diferente de atribuir um conceito (nota), embora eles estejam extremamente relacionados. De acordo com Soares et al. (1992) (ou Coletivo de autores), a nota não deve ter a função de punir o aluno ou castigá-lo, mais do que isso, ela deve informar sobre os caminhos percorridos no processo educacional.
De acordo com Darido (2004 apud DARIDO, 2005) é cero que não é preciso atribuir conceito/nota para crianças de os 12 anos, até porque a Educação Física, além de ser a disciplina mais apreciada na escola, conta com a participação ativa de grande parte dos alunos, que são curiosos a respeito dos conhecimentos da cultura corporal. Mas essa é uma discussão que deve ocorrer na elaboração ou na reelaboração do projeto político pedagógico da escola, pois há diferentes implicações que acusam a não obrigatoriedade ou necessidade de atribuição de nota.